Monk's Cafe
 

Os filmes de cowboys




Recentemente lembrei-me dos filmes de cowboys, os westerns, que em décadas passadas tanto sucesso fizeram. Estive a ver o "Rio Bravo", com John Wayne e Dean Martin, onde de um lado está um exército de pistoleiros determinados em tirar da cadeia um assassino do seu grupo. Do outro está o Xerife John T. Chance e os seu dois ajudantes: um é um bêbado, o outro um aleijado...

Um filme de 1959, realizado por Howard Hawks, que não se pode (ou não se deve) perder. A não perder também, a música que Dean Martin canta no filme.

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And the Oscar goes to...



Kathryn Bigelow fez história no domingo na 82ª edição dos Óscares ao ser a primeira mulher a vencer na realização e ao derrubar "Avatar", de James Cameron, na categoria de melhor filme.

"Estado de Guerra", drama de guerra passado no Iraque, conquistou seis Óscares de um total de nove nomeações, entre os quais os mais cobiçados: melhor filme e realização.

Com um filme de baixo custo, sobre uma equipa militar que desmantela bombas no Iraque, Kathryn Bigelow derrubou o colosso tecnológico e financeiro, "Avatar", do seu ex-marido James Cameron.

E o Óscar foi para...

Filme: Estado de Guerra

Realizador: Kathryn Bigelow

Actor Principal: Jeff Bridges

Actor Secundário: Cristopher Waltz

Actriz Principal: Sandra Bullock

Actriz Secundária: Mo'Nique

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Nunca mais me esqueci deste filme...



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O filme nem é nada do outro mundo. É daqueles que se vê bem e se revê uma data de tempo depois. Há tempos voltei a rever este "Pânico no Túnel" protagonizado por Sylvester Stallone, em que a acção decorre, num dos túneis nova-iorquinos que passa por baixo do Rio Hudson.
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Hoje, lembrei-me de o colocar aqui, não pela sua grande qualidade, como referi anteriormente, mas sim, porque nunca mais me esqueci, de um amigo meu se referir a ele como o... "Panel no Túnico"!
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Foi de partir a moca a rir, essa bácora! Memorável!
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Wallace & Gromit



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As personagens de plasticina da série "Wallace & Gromit", criada por Nick Park em 1989, celebraram ontem o seu vigésimo aniversário.
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Wallace e Gromit têm entretido fãs de todo o mundo, tendo sido revelados ao público a 4 de Novembro de 1989, num festival de animação na Arnolfini galeria, em Bristol. Aí, Nick Park lançou a sua curta-metragem “Dia de Folga”. Mas, depois desta muitas se seguiram, como é o caso de “Onda-Curta”. A Aardman Animations, que detém os direitos destes "bonequinhos" de plasticina, lançou também, como se devem recordar, o filme: "A Fuga das Galinhas".
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Home – O Mundo é a Nossa Casa



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Em 200 mil anos na Terra, a Humanidade tem perturbado o equilíbrio do planeta, estabelecido por quase 4 biliões de anos de evolução. O preço a pagar é alto, mas é tarde demais para ser pessimista: a Humanidade tem apenas 10 anos para inverter esta tendência e tornar-se consciente da extensão total da destruição da Terra e alterar os seus modelos de consumo.
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"Home – O Mundo é a Nossa Casa", fantástico este documentário que estreou em 50 países, por esse Mundo fora, na passada sexta-feira, Dia Mundial do Ambiente. Realizado pelo fotógrafo francês Yann Arthus-Bertrand e produzido por Luc Besson, o filme, que mostra a Terra filmada do céu, é um hino ao planeta. Simplesmente fantástico! Imagens absolutamente apaixonantes e um documentário que nos deixa realmente a pensar, no futuro do nosso planeta. É tarde demais para ser pessimista...
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Se perdeu o documentário na passada sexta-feira ou a sua repetição no Domingo, veja através do YouTube e em alta qualidade, a versão em português, no link em baixo. Vale realmente a pena!
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Amália - O Filme



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Estreou com pompa e circunstância em Dezembro do ano passado, mas só agora o vi. "Amália - O Filme" pretende retratar no grande écran, a vida daquela que foi (e sempre será) uma das grandes "embaixadoras" do nosso país no estrangeiro.
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Com tanta publicidade e com uma expectativa tão alta, confesso que em alguns aspectos acabei por ficar desiludido. Não quero estar a imbirrar, são pormenores, mas também são desses pequenos pormenores que se fazem os bons filmes.
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Situações como os pais de Amália terem o mesmo aspecto quando ela criança e nada terem envelhecido quando ela já tinha 18, 19 anos. A sua irmã, supostamente criada até à fase adulta junto dos pais, não ter qualquer sotaque. Ricardo Carriço que interpreta César Seabra (brasileiro e um dos maridos de Amália) a meio do filme perder o sotaque. António Salazar que marca uma presença muito fraca e com um sotaque exageradamente "bimbo". O a meu ver exagerado retrato de Amália constantemente a tentar o suícidio e o pior de tudo para mim, a caracterização de Amália, já mais idosa em Nova Iorque, que estava realmente péssimo.
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No restante, vejo como positivo o guarda-roupa e tudo o que envolve a vida em outras décadas, o ficarmos a saber um pouco mais do que foi Amália fora dos palcos, assim como a excelente interpretação de Sandra Barata Belo que é para mim, sem dúvida alguma, o melhor do filme.
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De qualquer forma é um filme português acima da média e antes isso do que um filme estrangeiro a retratar um marco da nossa cultura. Amália já merecia um filme destes... ou melhor.

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You don't know about real loss...



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You don't know about real loss...'cause that only occurs when you love something more than you love yourself... I doubt you've ever dared to love anybody that much.
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Robin Williams em Good Will Hunting - O Bom Rebelde de Gus Van Sant, 1997.
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Óscares 2009



Na madrugada de Domingo para 2ª feira, decorreu no Kodak Theatre, a edição 2009 dos Óscares. "Quem quer ser Bilionário?" conquistou o Óscar de Melhor Filme, terminando a noite da 81.ª edição dos prémios da Academia como a película mais premiada, com oito estatuetas douradas, entre as quais a de Melhor Realizador (Danny Boyle) e Melhor Argumento Adaptado.

Sean Penn em "Milk", Kate Winslet em "O Leitor", Penélope Cruz em "Vicky Cristina Barcelona" e o falecido Heath Ledger em "O Cavaleiro das Trevas" levaram os prémios nas categorias de interpretação.

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A Mulher de Vermelho



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Hoje volto a falar de cinema. Ontem ao ver o Gene Wilder num episódio da série "Will & Grace", lembrei-me de "A Mulher de Vermelho". Um verdadeiro sucesso da década de 80, que ainda hoje me faz rir.
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Esta comédia realizada pelo próprio Gene Wilder, deu-nos também a conhecer Kelly LeBrock (Quem não se recorda da sua cena, bem ao estilo de Marilyn Monroe?) e ainda uma das mais badalas músicas da década, interpretada por Stevie Wonder, de seu nome "I Just Called To Say I Love You".
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Não é um filme do "outro mundo" - apesar de ter ganho um Oscar com a melhor música original - mas tem a sua piada e é sempre interessante de rever.
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Que suplício! Que sofrimento!



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A propósito do horrendo filme que passou recentemente na RTP e que a minha "cara-metade" me avisou que estava a dar (Só mesmo nós para nos estarmos a rir disto! Só nós mesmo!) o "India Song", a conversa acabou por ir dar, na recordação de filmes muito maus, que já tínhamos visto e sem dúvida este "Ginostra" veio-me logo à memória. Bem, logo logo não, porque já nem me conseguia lembrar do nome, mas depois lá acabei por dar com ele.
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Vi este filme, num fim-de-semana em que eu e mais uns amigos nos lembrámos de ficar por casa, num sábado calminho e optar por uma "sessão de cinema caseira". Para nosso azar, deixámos o Martim levar a dele avante e trazer este "esplendoroso" filme, tão bom que mesmo no YouTube nem o trailer em inglês arranjei!
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Além destas duas verdadeiras "obras de arte", não podia deixar de falar de um terceiro filme, o único em que saí de uma sala, sem ter acabado. Foi nas Amoreiras e o filme tendo como protagonista o Jack Nicholson nem nos pareceu má escolha. Mas como nós estávamos enganados! Éramos miúdos, e talvez hoje o visse doutra forma, mas não estou realmente tentado a ver na íntegra, o "O Caso da Mulher Infiel".
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Curioso... em dois destes três filmes, entra o Harvey Keitel que até gostei dele em alguns filmes. Enfim, sinceramente "India Song", "O Caso da Mulher Infiel" e "Ginostra" são três "encomendas" que aconselho vivamente a que nunca, mas nunca vejam!

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Em Busca da Felicidade



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O filme não é recente, aliás estreou nas salas de cinema em Fevereiro de 2007, mas só agora o vi. Este "The Pursuit of Happyness" realizado por Gabriele Muccino e protagonizado por Will Smith, é um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos.
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Chris Gardner (Will Smith) é um vendedor, que apesar do seu talento, luta desesperadamente por conseguir sustentar a família. A mulher acaba por deixá-lo sozinho com o filho de cinco anos (Jaden Smith - verdadeiro filho de Will Smith) e Chris decide aceitar um estágio não remunerado numa conceituada empresa, na esperança de conseguir emprego no final. No entanto, as suas dívidas levam a que os dois sejam despejados do apartamento onde vivem e tenham de recorrer a todos os refúgios possíveis para passar a noite...
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Longe de ser um "drama comercial", este filme é uma verdadeira lição de vida. A forma simples como demonstra a crença, a vontade, a luta obstinada de um pai pela sobrevivência do seu filho, nas mais árduas circunstâncias, mas nunca descurando os verdadeiros valores, consegue-nos tocar e fazer pensar e repensar o quanto às vezes nos queixamos da nossa vida, quando ela, comparada com algumas, até nem é assim tão má.
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Se tiveres um sonho, há que protegê-lo. Aconselho...
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A Lista de Schindler



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A Lista de Schindler conta a história verídica de Oskar Schindler, um homem de negócios que ao tentar fazer fortuna durante a 2ª Guerra Mundial explorando a mão de obra barata judaica, acabou sem nada, depois de ter salvo mais de mil judeus da morte durante o Holocausto.
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No meio da imensidão de filmes sobre o Holocausto, um dos que mais se destaca é "A Lista de Schindler" de Steven Spielberg. Foi com esta obra, provavelmente a sua obra prima até agora, que este realizador norte-americano conseguiu finalmente convencer a Academia e levar para casa o Óscar. A verdade é que é virtualmente impossível não se gostar desta película e não nos sentirmos emocionados e tocados com a história do alemão que salvou centenas de judeus.
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Spielberg arriscou e convenceu. O facto de ser a preto e branco consegue uma maior envolvência com o espectador, focando a sua atenção mais intensamente na história e nas personagens em si. Dá a tudo um aspecto mais real já que as únicas imagens que a maioria de nós tem dessa altura são também a preto e branco. Além disso, consegue assim chamar a atenção para determinados pormenores ou produzir uma impressão mais duradoura em quem vê, simplesmente adicionando cor nesses momentos. É óbvio que caso fosse completamente colorido, seria igualmente bom, mas este é um dos pormenores que faz com que não se consiga esquecer facilmente este filme.
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Não sendo tão chocantemente realista como o mais recente "The Pianist" de Polanski, consegue mostrar toda a violência e horrores da guerra, a par de muita generosidade. Vimos um pouco do melhor e do pior do que o ser humano é capaz E ao contrário de alguns filmes de Spielberg em que as personagens tendem por vezes a ser demasiado lineares, tal não acontece aqui. Talvez a isso ajudem as boas interpretações de um elenco muito bem escolhido. Liam Neeson desempenha um Schindler contido mas com a dose certa de emoção na altura certa. Ralph Fiennes é um implacável oficial alemão com uma personalidade muito complexa. Ben Kingsley, o contabilista judeu, e todos os outros actores estão também muito bem.
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A história que dá corpo a este filme, é sem dúvida apaixonante. Spielberg consegue contá-la de uma forma despida de melodramatismos excessivos ou inapropriados nos quais teria sido muito fácil cair. Constrói um filme cinematograficamente belíssimo, com uma conjungação de factores quase perfeita. Um "must have" na colecção de qualquer cinéfilo que se preze.
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I hope my death gives you some relief...



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Há tempos revi este filme. "A Última Caminhada - Dead Man Walking" é um dos filmes que tenho no meu top, se é que posso fazer um top dos melhores filmes que já vi. São tantos e tão bons, que não saberia por onde começar. De qualquer forma este... está definitivamente entre os melhores.
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Foi o 2º filme realizado por Tim Robbins, tendo a sua mulher Susan Sarandon e Sean Penn nos principais papéis. Um filme dramático sobre a pena de morte que expõe sem pudor, a problemática do julgamento, o perdão e a caridade dos homens.
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Um filme que deixa qualquer pessoa em dúvida, em relação à sua posição sobre a pena de morte. Eu fiquei...
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Find the joy in your life...



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O executivo multi-milionário Edward Cole (Jack Nicholson) e o mecânico da classe operária Carter Chambers (Morgan Freeman) vivem em mundos muito diferentes. Numa reviravolta do destino, os seus destinos cruzam-se num quarto de hospital e descobrem que têm duas coisas em comum: um desejo de gastar o tempo que lhes resta a fazer tudo aquilo que sempre desejaram e uma necessidade inconsciente de se aceitar tal como são. Juntos embarcam numa viagem única, tornando-se amigos e aprendendo a viver a vida no seu melhor, com sensatez e humor. Cada uma das aventuras elimina uma das alíneas da lista.
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"The Bucket List - Nunca É Tarde Demais" é o mais recente filme de Jack Nicholson e Morgan Freeman, realizado por Rob Reiner. Alguma da crítica não gostou deste filme. Eu, na minha humilde opinião gostei. Acho que toca vários pontos sensíveis da nossa sociedade, como por exemplo a relação entre classes e mostra o quão bela a vida pode ser, mesmo quando não esta não corre da melhor forma. Não é de longe nem de perto uma obra-prima, mas acho que nos transmite algo importante, como o valor que devemos dar à vida. Vale sempre a pena vivê-la... até ao último segundo.
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Louis, I think this is the beginning of a beautiful friendship...



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Uma das mais inesquecíveis frases da história do cinema.
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Humphrey Bogart em Casablanca de Michael Curtiz, 1942.
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They may take our lives, but they'll never take... our freedom!



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Uma das mais arrepiantes e intensas cenas, de um dos melhores filmes de sempre.

Mel Gibson em Braveheart - O Desafio do Guerreiro de 1995.

Veja esta cena, aqui.

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Contrastes de um fim-de-semana...


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Andava curioso e este fim-de-semana acabei por o ver, o novo filme do "Rambo". Um herói, que à imagem do actor, já não é o mesmo. Nota-se uma considerável diferença, entre este Rambo e até mesmo - não sendo preciso ir mais longe - Rambo III, que a "brincar", já foi há 20 anos. Nunca fui muito adepto, de "recovers" de filmes ou sagas de sucesso, mas é algo que, está muito na moda actualmente. No fundo, um filme como de Rambo, já se sabe o que se espera, de qualquer forma, acho que não foi mais que uma despedida, deste herói... de outros tempos.
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Para contrastar, decidi depois de "muito sangue", ver a saga "Naked Gun" ou como, se calhar melhor conhecem, "Aonde é que Pára a Polícia". Esta trilogia de filmes, realizados por David Zucker (os dois primeiros) e Peter Segal (o último deles), são daqueles filmes que quase nem consigo enquadrar na comédia, são mais que isso, são cerca de hora e meia, em que rimos e rimos, de tanta estupidez e parvoíce, com que nos deparamos. Às vezes também é preciso ver uns filmes assim.
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Quanto ao novo "Rambo", deixo por vossa conta a decisão. Quanto aos "Naked Gun", acho que nunca é demais rever, estes três filmes, nem que seja para nos levantar o moral!

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A Canção de Lisboa - 1933



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Vou agora durantes os próximos tempos, evocar aqui no bloge, 11 dos que acho serem, dos melhores clássicos do nosso cinema. Os filmes das décadas de 30 e 40, que nunca deixaram de ser vistos e revistos até aos dias de hoje.
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Vasco Leitão vive da mesada das tias, que vivem em Trás-os-Montes, que nunca vieram à capital e que o consideramum aluno cumpridor. Ora, o Vasco prefere os retiros e arraiais, as cantigas populares e as mulheres bonitas, em particular Alice, uma costureira do Bairro dos Castelinhos, o que não agrada ao pai, o alfaiate Caetano, sabendo-o crivado de dívidas. Os azares de Vasco sucedem-se: no mesmo dia em que é reprovado no exame final de curso, recebe uma carta em que as tias lhe anunciam uma visita a Lisboa!
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Uma produação da Tobis Portuguesa, com realização de Cottinelli Telmo e com Vasco Santana (Vasco), Beatriz Costa (Alice) e António Silva (Caetano), Manoel de Oliveira (Carlos), Tereza Gomes (Tia), Sofia Santos (Tia), Alfredo Silva (Sapateiro), entre outros, nos principais papéis.
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E tudo o vento levou...




Foi a 29 de Fevereiro de 1940, que "Gone with the Wind - E Tudo o Vento Levou", o filme de Victor Fleming, arrasou nos Óscares de Hollywood, ganhando oito estatuetas da academia de cinema norte-americana.

O filme, cuja rodagem teve início em Maio de 1936, mesmo antes da publicação do livro de Margaret Mitchell, e terminou em 1939, transformou-se no romance épico mais comercial da história do cinema, situando a história nos estados sulistas dos EUA após a guerra civil norte-americana.

O filme conseguiu os prémios de Melhor Filme, Realizador, Guião, Fotografia, Direcção artística, Montagem, e para duas actrizes. Vivien Leigh conseguiu o Óscar para Melhor Actriz, mas o momento mais emotivo da noite foi quando Hattie McDaniel conseguiu o Óscar para melhor Actriz Secundária pelo seu papel de May, uma ex-escrava da plantação sulista. McDaniel foi a primeira actriz afro-americana a ganhar um Óscar.

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And the Oscar goes to...



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No Kodak Theatre, a noite não foi de grandes surpresas nem de grandes números. O grande vencedor da 80ª edição dos Óscares levou para casa quatro das principais estatuetas e deu aos realizadores e argumentistas Joel e Ethan Coen a recompensa por "Este País Não É Para Velhos - No Country for Old Men".

O filme, que chega a Portugal apenas esta semana, venceu nas categorias de melhor filme, melhor realização, melhor argumento adaptado e ofereceu a Javier Bardem o prémio para melhor actor secundário pelo trabalho como um sociopata assassino. .

De destacar ainda, nesta 80ª edição dos Óscares, a vitória de Daniel Day-Lewis como melhor actor principal em "Haverá Sangue - There Will Be Blood" e de Marion Cotillard como melhor actriz principal em "La Vie en Rose", filme que relata a vida de de Edith Piaf.

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